O Banco do Brasil iniciou a fase piloto de um novo serviço que permitirá a negociação de Bitcoin (BTC) e Ethereum (ETH) diretamente pelo banco. A funcionalidade está sendo testada por funcionários e, segundo fontes internas, deve ser aberta ao público “nas próximas semanas”.
O modelo adotado prevê taxa fixa de 1% por operação. A custódia dos criptoativos será realizada por parceiros especializados, mas com garantia do próprio Banco do Brasil, oferecendo uma camada adicional de segurança aos clientes que desejam investir sem recorrer a exchanges externas.
Como vai funcionar o serviço
Negociação exclusiva com saldo da conta corrente: não será possível, neste primeiro momento, transferir criptomoedas para carteiras externas nem receber valores de outras plataformas.
Operações 24 horas por dia: o cliente poderá comprar ou vender a qualquer momento.
Liquidação em até um dia útil: dependendo do horário da operação, o valor pode cair no mesmo dia.
Valor mínimo de R$ 10,00 para compra e venda.
Sem possibilidade de envio ou recebimento externo: o serviço funcionará como um ambiente fechado, limitado ao ecossistema do banco.
A entrada do Banco do Brasil no mercado de criptoativos segue uma tendência crescente entre grandes instituições financeiras que buscam oferecer alternativas de investimento com maior conveniência e segurança regulatória. A limitação inicial, sem transferências externas, indica uma estratégia de lançamento gradual, focada em controle de risco e adaptação dos clientes.
A expectativa é que, após o período inicial, o banco avalie a ampliação das funcionalidades.