As corretoras grandes tendem a se submeter a regulações e cooperar com os governos, com ou sem Criptojud. Tanto que o Criptojud foi implantado em boa parte por contribuição da Abcripto. Além disso, existe decisão recente do STJ autorizando a comunicação de bloqueio de criptoativos por simples ofício do juiz - nada impede que isso continue após o Criptojud, por parte de corretoras com ou sem CNPJ, desde que ela deseje cooperar. Existem sistemas terceirizados que podem ser usados para isso também, como o Kodex.
Nesse cenário de créu que você menciona, a melhor opção seria autocustódia mesmo. Mas ela também tem os seus riscos, como jogar fora as chaves privadas e seed phrases junto com aquele livro velho da estante (bate na madeira). Além disso, mesmo se o cara for o psicopata da senha, a depender do caso, uma autoridade dispõe de vários meios e técnicas de rastreamento pela blockchain que podem alcançar o ativo.
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