@Bastter
Cara, é pra colecionador. Você tá tentando entender a partir do valor na coisa, mas o valor sempre está no humano e nunca na coisa. Outro dia postaram notícia da venda milionária de uma obra de arte que consistia em um espaço vazio, uma "escultura invisível". Ou seja, não tinha nada ali, a pessoa compra a experiência, a ideia, o intangível. E isso é único, pois qualquer um pode demarcar um espaço e dizer que é uma escultura invisível, mas só uma pessoa ficou conhecida por fazer isso antes dos demais. Os outros são copiadores.
A maior parte do valor hoje em dia é isso. Mesmo objetos físicos como um carro ou uma comida extraem boa parte do seu valor de mercado do intangível, da marca, do design, da experiência, do status que essas coisas carregam, etc. Você não pode pensar apenas na coisa em si, mas na ideia atrelada.
O NFT permite criar exclusividade, tem um registro que não pode ser modificado e cuja propriedade é exclusiva. Qualquer um pode fazer uma cópia do meme, mas apenas uma pessoa tem o registro NFT original. Lembre, não é a coisa, é a pessoa. É uma escultura invisível.
Quando a pessoa tem muito dinheiro sobrando, qualquer coisa vira motivo pra gastar dinheiro.
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