A esgrima (e sua versão de esporte adaptado), vem ganhando novos adeptos nas aulas de educação física escolar, principalmente como importante componente curricular de Lutas - manipulação de objetos, estratégias e ataques de longa distância. Sua versão paralímpica adaptada conta com movimentos base de precisão dos membros superiores, e os alunos vivenciam essa adaptação sentados em cadeiras (simulando as cadeiras de rodas fixas em bases especiais como demonstradas nos jogos paralímpicos). Em sua versão tradicional, os alunos desenvolvem sua percepção espacial e retrata o controle do seu "mai" (área que define sua postura de ataque e defesa), proporcionando um controle estratégico e corporal adequado para desenvolver suas habilidades motoras de deslocamento e manipulação de objeto (espada, florete e sabre). Nas escolas, por tratarmos de adaptações, contamos com materiais alternativos para criar nossa própria versão de sabre (produzindo com papéis de jornal e fita adesiva com os próprios alunos). Para uma atividade diferenciada, desenvolvemos posturas, marcação de passos, guarda, ataques em alvos inanimados com a contagem de pontos e finalizamos com o parecer dos alunos sobre a experiência de vivenciar essa modalidade de luta armada. E vocês, já tiveram a oportunidade de experimentar esse esporte?