Tenho uma dúvida conceitual sobre uma recomendação que vejo com frequência nos FAQs e discussões: a de investir em
apenas 1 (ou no máximo 2) ativos por mês.
Vamos a um exemplo:
Se uma pessoa investe
R$ 5.000 por mês, por que não dividir esse valor em
5 ativos de R$ 1.000 cada, ao invés de concentrar tudo em apenas um?
A justificativa que já vi é que comprar menos ativos ajuda a:
- acumular mais unidades do mesmo ativo, reduzir custos operacionais, e manter a carteira mais simples.
Mas fico com algumas dúvidas:
Ter mais unidades de um mesmo ativo é realmente uma vantagem relevante?
Ou isso é mais psicológico do que prático?
Não concentrar demais aumenta o risco no curto prazo?
Por exemplo, se quero montar uma carteira com
20 ações:
- comprando 1 ativo por mês, vou levar 20 meses para completar a carteira;
- nesse período, estarei muito concentrado em poucos papéis, o que me parece mais arriscado.
Qual o real benefício dessa abordagem frente a diversificar desde o início?
Já li os materiais e FAQs, mas ainda não consegui entender completamente a lógica por trás dessa recomendação.
Obrigado! (que comecem as voadoras)