Estou morando na Holanda. Vou efetuar a saída fiscal do Br. Consigo manter ações em uma conta do BTG dedicada a não-residentes de graça sem ter a possibilidade de continuar aportando, só posso vender. Manter uma conta de não residente é interessante para mim por conta de operações bancárias que faço.
Dúvida: dada a experiência de vocês com gerenciamento de patrimônio, que fatores considerar para decidir se me desfaço das ações ou não?
Contexto extra:
1. Hoje as ações são mais ou menos 20% do meu patrimônio, sem contar o adquirido na Holanda.
2. Em 6 meses aqui poupei o equivalente a 30% do patrimônio que havia conquistado no Brasil.
3. Não sei se voltarei ao Brasil ou não, se sim, não deve ser nos próximos 2 anos.
4. Pretendo investir aqui, ainda não comecei.
5. Para manter as ações do BR “congeladas” preciso efetuar uma transferência de custódia da minha corretora atual para o BTG.
6. Não pagarei imposto sobre a quantia atual em ações BR na Holanda, a não ser que elas valorizem bem. Me desfazer simplifica um pouco a declaração, mas não muito (eu acho).
Aporte é o que mais conta e não poderei fazer. Se eu tivesse nascido e me criado na Europa ou EUA provavelmente não estaria buscando investir no Brasil, mas há empresas ótimas, ao meu ver. Pensando em diversificação, ter um pouco no Brasil pode fazer sentido, mas a % tende a diminuir conforme ganho e invisto aqui.
Obrigado.