Meu carro foi batido na traseira e, graças a Deus, não houve vítimas. Eu estava com minha esposa, minha mãe e meu filho no veículo. Minha maior preocupação no momento foi que meu filho não entrasse em crise, devido ao autismo; felizmente, ele nem percebeu o ocorrido.
Conversei com o causador do acidente e informei que utilizaria o meu seguro, já que ele não possuía um. No dia seguinte, ele honrou o compromisso e pagou o valor da minha franquia.
Utilizei o carro reserva do seguro por 30 dias. No entanto, ao tentar renovar o prazo, tive a surpresa de descobrir que não tinha direito à prorrogação, mesmo com o meu carro ainda parado na oficina aguardando peças de reposição que não haviam chegado.
Diante do impasse com a seguradora e da dificuldade de atendimento, sendo sempre atendido por robôs quando mais precisei, decidi resolver a questão de forma prática: Aluguei um carro por conta própria e decidi mudar de seguradora na renovação da apólice. Não pretendo discutir ou desgastar minha saúde indo atrás desses direitos; encaro a troca de empresa como minha forma de protestar. Infelizmente, é no momento da necessidade que descobrimos que certos serviços entregam muito menos do que esperamos.
Em outros tempos, talvez eu tivesse agido de forma diferente no momento do acidente. Hoje, sigo a vida com o que realmente importa: todos os envolvidos estão bem.
Sou muito grato por ter conhecido a F
ilosofia Bastter. É um trabalho diário, mas sinto que podemos evoluir 0
,0001\% a cada novo dia.
Obrigado por nos manter informados.