Neste fim de semana eu finalizei a segunda tradução do meu livro A Curadora.
A primeira foi para o espanhol. Nesse caso, eu mesmo traduzi e usei a IA mais como revisora, principalmente para tirar alguns regionalismos meus de espanhol argentino/chileno. Eu diria que foi algo como 90% humano e 10% IA.
A segunda foi para o inglês. Aí a história já foi diferente: eu não tenho vocabulário suficiente para traduzir um livro inteiro para o inglês, então usei bastante a IA. Ficou mais ou menos 10% humano e 90% IA.
Uma coisa curiosa é que eu tentei fazer um inglês mais “internacional”, mas várias palavras começaram a soar estranhas para mim. No fim, acabei voltando para um inglês mais americano, só tentando deixar o texto compreensível para leitores de fora dos EUA também.
Foi uma experiência bem interessante. Olhando na internet, vi muita gente com rejeição a obras traduzidas com IA. Quando o livro é escrito por IA, eu até entendo a desconfiança, porque muitas vezes o texto fica meio artificial mesmo. Mas, no caso de tradução, acho que existe um certo exagero nessa rejeição. Pelo menos no meu caso, sem a IA simplesmente não existiria uma versão em inglês.
Então fica aí o convite: nos dias
16 e 17 de maio, vou deixar a versão em inglês gratuita para quem quiser conhecer.
Versão em espanhol:
https://www.amazon.com.br/dp/B0GSSSGG4XVersão em inglês:
https://www.amazon.com.br/dp/B0H17NK7PLVersão em português:
https://www.amazon.com.br/dp/B0GQXHDNQ1Inté!