Boa noite.
Procurei nos tópicos, mas não achei nada tão direto, por isso abri um novo.
Estava fazendo algumas simulações simples de investimento de longo prazo, tipo 80% em IPCA+5 e os 20% de ações com rendimento de 12%/ano.
Enfim, joguei na IA para calcular desconto de IR, valor real, etc.
Comecei a perceber que o que realmente é mais eficaz é ter mais aporte no começo: “claro, ganha o tempo.” Mas daí dá pra ver que mesmo se aumentar os aportes, se forem ao final do período, fazem pouca diferença: “claro, perde o tempo”.
Até aí tudo bem.
Então, resolvi me programar para fazer um esforço no começo e manter o valor do aporte ao longo dos anos, pois como o poder aquisitivo cai, talvez cada ano doa menos o mesmo valor de aporte (manter valor nominal).
Então veio uma sensação... lembrei de quando financiei imóvel (quitado a partir da bastter), em que o começo foi duro demais, mas depois a parcela diminui... a gente fica seduzido pela tal da parcela decrescente... que nem precisa quitar...
E veio o clique: o diabo do banco usa a mesma lógica no financiamento, primeiras parcelas gordas e depois decaem, pois já nem importam.
Caracas, que choque!