
A Casas Bahia entrou com pedido de recuperação judicial em 16 de agosto de 2026, buscando reestruturar suas dívidas e preservar a continuidade das operações. Entre os principais credores financeiros está o Banco Digio, controlado pelo Bradesco, que aparece como o maior credor financeiro individual, com cerca de R$ 3,3 bilhões. O Digio é um banco digital voltado principalmente a cartões, crédito e serviços financeiros digitais. Em seguida vem o Banco do Brasil, com aproximadamente R$ 3,0 bilhões. O Bradesco também figura diretamente entre os credores, com cerca de R$ 1,5 bilhão. Considerando conjuntamente Bradesco e Digio, a exposição do grupo alcança aproximadamente R$ 4,8 bilhões. Entre os demais credores aparecem principalmente fundos, gestoras e instituições ligadas ao mercado de capitais. O IBCB-AF01, com cerca de R$ 1,1 bilhão, é um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC), voltado à aquisição de direitos creditórios e à antecipação de recebíveis. A Intra S.A., com aproximadamente R$ 0,9 bilhão, é uma instituição financeira ligada ao Intrabank, atuante em operações de crédito e investimentos. A Riza, com cerca de R$ 0,8 bilhão, e a Red Asset, com aproximadamente R$ 0,7 bilhão, são gestoras de investimentos. A Oliveira Trust, com cerca de R$ 0,6 bilhão, atua, entre outras funções, como agente fiduciário em operações com títulos de dívida. A Jive, com aproximadamente R$ 0,4 bilhão, é especializada em crédito e ativos complexos. O BTG Pactual, com cerca de R$ 0,2 bilhão, é um banco de investimento e gestor de recursos. O CBSB, também com aproximadamente R$ 0,2 bilhão, é um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) criado para adquirir recebíveis vinculados às operações do Grupo Casas Bahia. O Itaú aparece com cerca de R$ 0,2 bilhão. Os valores são arredondados e representam credores financeiros, não o conjunto completo de todos os credores da companhia.