Essa simulação considera aportes mensais de R$ 1.000 acompanhando o desempenho do S&P 500 durante 20 anos, de setembro de 2006 a agosto de 2026. Os aportes foram considerados no primeiro dia útil de cada mês do período. Ao todo, foram 240 aportes, totalizando R$ 240.000.
Considerando o desempenho do S&P 500, com os dividendos reinvestidos, e também a variação do dólar em relação ao real, o patrimônio teria chegado a aproximadamente R$ 2.560.000.
A comparação fica mais clara quando os valores nominais e reais são colocados lado a lado:
Valores nominais: R$ 240.000 aportados - aproximadamente R$ 2.560.000
Valores de 2026: R$ 430.000 em aportes corrigidos pela inflação - aproximadamente R$ 2.560.000
Como os aportes foram realizados ao longo de 20 anos, a comparação em termos reais exige corrigir cada parcela pelo IPCA até agosto de 2026. Dessa forma, os R$ 240.000 desembolsados nominalmente ao longo do período equivaleriam a aproximadamente R$ 430.000 em valores de 2026.
Em termos nominais, o ganho teria sido de cerca de R$ 2.320.000 e o patrimônio final corresponderia a aproximadamente 10,7 vezes o total aportado. Em termos de poder de compra de 2026, o patrimônio final teria sido
cerca de 6 vezes maior que o valor real dos aportes.
O retorno anualizado da sequência de aportes teria sido de aproximadamente
20,3% ao ano em termos nominais e de aproximadamente
14,0% ao ano em termos reais.
Esse resultado foi construído ao longo de diferentes ciclos de mercado. Os aportes foram mantidos inclusive em períodos de forte queda, como a crise financeira de 2008, a pandemia de 2020 e o mercado de baixa de 2022.
Retornos passados não garantem retornos futuros. Além disso, não é possível investir diretamente em um índice de mercado.
A simulação é histórica e considera a variação do dólar em relação ao real, mas não inclui impostos, corretagem, custos de remessa, spread cambial ou outros custos operacionais que poderiam reduzir o resultado efetivamente obtido pelo investidor.
Fontes: Federal Reserve Bank of St. Louis, série diária DEXBZUS, para o câmbio USD/BRL; Banco Central do Brasil, série 433, para o IPCA; S&P 500 Total Return para o desempenho do índice com dividendos reinvestidos.