
As maiores gestoras de recursos do mundo administram valores que ajudam a dimensionar o tamanho atual da indústria de investimentos. Em junho de 2026, a BlackRock liderava com cerca de
US$ 15,3 trilhões sob gestão, seguida pela Vanguard, com aproximadamente
US$ 12,8 trilhões. Na sequência apareciam Fidelity, State Street, JPMorgan e Goldman Sachs.
Esses números, porém, não representam patrimônio próprio das empresas. São recursos de investidores, fundos, instituições e outros clientes administrados por essas gestoras. Por isso, o tamanho dos ativos sob gestão deve ser entendido principalmente como uma medida de escala, presença de mercado e capacidade operacional.
A comparação também exige alguma cautela porque as empresas nem sempre utilizam exatamente o mesmo critério de divulgação. Algumas informam ativos sob gestão, enquanto outras utilizam conceitos como ativos sob administração ou supervisão. Ainda assim, a ordem de grandeza mostra a enorme concentração de recursos nas principais gestoras globais.
A BlackRock se destaca não apenas pelo volume administrado, mas também pela importância da gestão indexada. Grande parte de seus ativos está ligada à família iShares e a estratégias passivas. Isso ajuda a explicar sua presença dominante no mercado mundial de ETFs.
Empresas dessa escala dispõem de infraestrutura, tecnologia, equipes especializadas e ampla diversificação de receitas.