Eu, pela experiência de vida (e pelo pouco tempo que me resta até chegar aos anos que representam a “expectativa de vida dos brasileiros”), e ainda pelas observações feitas, decidi optar por fazer os dois. Acho que assim unirei o útil ao agradável.
Trader é comprar e vender*, geralmente ficando posicionado por pouco tempo: prazo curto e daytrade. (*tem gente que faz o contrário também, mas chega a ser ganância e a ganância destrói até os mais poderosos)
Bay and holder é comprar e manter, geralmente comprando as empresas aos poucos e mantendo as que se mantém boas, não se preocupando com preço das ações destas empresas, porque, como prega aqui: “sócio tem que querer comprar uma ação sempre mais cara” e que “a cotação segue o lucro”.
Eu decidi fazer trade (e isso após analisar e selecionar somente boas empresas, com boa liquidez), mas sem fazer day-trade (motivo principal: IR), ou seja: sempre comprarei o papel no After (o after foi tirado temporariamente do ar). Exemplo: compro o papel no after, colocando o stop no ponto que acho que não chega, no ponto que se chegar e executar já terá sido uma perda calculada e absorvível (risco da operação). Se a operação der certo, deixo o trade andar, mas sem deixar passar muito tempo. Na primeira congestão, se vier, pulo fora. O fato é que na bolsa, por ano, acontecem poucos preções que oferecem uma “rentabilidade” boa. O objetivo é tentar “pegar” esses pregões, ficando fora dela boa parte dos demais pregões do ano. (e isso sem o uso de nenhum sistema complexo, matemático, bobótico, rsrs, etc) (resumo simples da minha estratégia de trade: verifico os papéis, previamente selecionados, que mais caíram num determinado período curto, acompanho alguns desses papéis na última hora de um pregão. Escolho até 3 dos papéis selecionados papéis para entrar no after e o stop de perda que eu defino é um % em cima do último valor, ou seja: na minha idéia, penso que papel que já caiu muito, e se caso tenha caído mais ainda no pregão, tende a dar uma corrigida no pregão seguinte, e se esse papel subiu bem no pregão, como ele já havia caído “muito” antes, tende do mesmo modo, isso na minha idéia, a subir mais no pregão seguinte; se a operação falhar, não há problema, perdi o que podia perder e já estarei com outra operação a caminho pro pregão seguinte)
Eu decidi fazer B&H. Eu tenho ações de empresas boas, poucas porque não tenho tempo de ficar estudando/acompanhando muitas empresas, e aquelas ações que pagam boa taxa de aluguel, eu alugo e elas continuam sendo minhas, podendo fazer alavancagem com a conta margem com elas (trade), sempre que o período for propício a isso (já fiz isso e na maioria das vezes ganhei dinheiro). E a cada mês vou fazendo pequenos aportes nessas empresas. Não em uma empresa só, mas em mais de uma.
Se numa operação de trade eu perder o stop por motivo de gap ou por outro motivo, não venderei que nem louco a ação, e verificarei entre os meus papéis B&H aquela ação que posso vender sem prejuizo, voltando o dinheiro pra minha conta, e o papel que antes era do trade, passa pro lugar do que saiu da carteira de longo prazo. Simples assim, eu acho rsrs.
Comente aí pessoal, com ou sem voadoras kkk.