Senhores, tendo como referência o "valor atualizado" do ativo na carteira, o BS nos orienta 'onde aportar' com base nos objetivos percentuais previamente definidos por nós.
Gostaria de repercutir o seguinte:
Por que não dispor a opção de termos como referência o "valor investido" e não o "valor atualizado"?
Tendo como referência o "valor atualizado", a tendência é aportarmos mais em empresas que estão se desvalorizando em detrimento das que estão se valorizando, o que nos levaria a investir mais naquelas do que nestas.
Por outro lado, se monto uma carteira com 20 empresas e defino que cada ativo terá, no máximo, 5% do "valor investido" no montante da carteira, então a cada aporte mensal destino os recursos para aquela cujo o percentual está mais distante em função da referência "valor investido". Desta forma, investirei periodicamente tanto nas empresas que se desvalorizam quanto nas que se valorizam, tornando meu portfólio equilibrado quanto ao valor efetivamente investido. Se meus critérios indicam que as empresas continuam boas, aporto igualmente nelas, independentemente do cenário atual de preço da ação.
Veja o quanto de aporte deixaria de destinar a uma RADL, WEGE ou EZTC nos últimos anos, por conta de uma CIEL ou COGN, por exemplo.