Há uns 2 meses o Paulo fez um post sobre a qualidade das relações entre crianças e adultos que até hoje estou pensando...
Eu sempre fui apaixonado por crianças (isso talvez fortaleça ou determine meu viés de tentar entender algumas coisas), por exemplo:
Meu micromundo: encontro familiar da turma do meu filho da escola (umas 4 a 6 familias) – resumo, nenhum pai ou mãe para um pouco e senta no chão ou brinca com as crianças por alguns instantes.
Micromundo 2: festa de aniversário de alguma criança da turma (umas 15 a 20 famílias) nenhum pai ou mãe para um pouco e senta no chão ou brinca com as crianças por alguns instantes.
Micromundo um pouco ampliado: o clube campo de frequentamos tem aproximadamente uns 1.500 associados, e desde o dia das crianças, aos sábados, vem promovendo atividades (acompanhada por 3 profissionais) para realizar brincadeiras, jogos, etc (meu filho adora), mas teve dia que apareceu somente eu e mais uma mãe apenas, quando vem bastante gente, são no máximo uns 6... os pais praticamente nunca aparecem.
Eles não fazerem o que eu faço não muda nada para mim, mas quando percebo (e eu posso estar 99,9% errado nessa minha percepção) que a grande maioria dos demais não fazem a menor questão disso, chego a pensar que estou errado ou louco... e penso no post que o Paulo fez sobre a qualidade dos relacionamentos.
Meu filho e seus amigos tem hoje na faixa de 4 a 5 anos, mas percebo isso desde os primeiros encontros por volta de 1 a 2 anos de idade. Eu me jogo com as crianças, não o tempo todo, porque sei que eles devem brincar entre si, mas sei ou sinto que isso vai passar muito rápido (rápido demais mesmo), e vários me chamam de tio, pai 2, até as famílias brincam que precisam pagar o cachê por entreter as crianças.
Enfim, compartilhando isso para receber as voadoras necessárias ou experiências semelhantes para eu evoluir um pouco...