
Sou cientista da computação há mais de 20 anos. Meu trabalho sempre foi o mesmo: arquitetar e construir aquilo que ainda não existe.
Foi assim que caí num projeto fora da área. Em todo debate sobre dinheiro na internet brasileira, três nomes voltavam sempre Bastter, [REMOVIDO], Cerbasi quase sempre em lados opostos, cada um convencido de que o outro não tinha entendido algo básico.
Quanto mais eu lia os três, menos aquilo parecia uma briga de certos e errados. Parecia três pessoas inteligentes respondendo a perguntas diferentes com a mesma palavra: "investir".
Procurei um livro que fizesse a pergunta certa não "quem está certo?", mas "por que eles discordam?" e não encontrei. Naval Ravikant diz que os melhores projetos nascem de curiosidade genuína: você constrói o que quer ver existir no mundo, não o que está na moda.
Então fiz o que um construtor faz: construí. O "fui lá e fiz" virou um livro: Bastter, [REMOVIDO] e Cerbasi Três visões sobre dinheiro, patrimônio e vida.
A tese: os três discordam menos sobre o que comprar e mais sobre o que o dinheiro é. Bastter quer paz (#PAS), [REMOVIDO] exerce um ofício, Cerbasi conduz um projeto. O livro não declara vencedor tenta entender por que três pessoas sérias enxergam coisas diferentes no mesmo dinheiro.
E o mais curioso é que, escrevendo, eu perseguia os três ao mesmo tempo: a paz de entender, o ofício de escrever com rigor, o projeto de dar forma a uma ideia. A premissa do livro virou o meu método.
Fica honesto dizer: é uma obra independente sem vínculo, patrocínio ou endosso dos três. As análises e conclusões são minhas, com as fontes listadas no final.
Hoje está na Amazon:
https://www.amazon.com.br/dp/B0H6TC5ZBT . Se servir de relato: o que me destravou não foi aprender mais uma técnica foi achar a pergunta certa e construir, em vez de esperar alguém escrever o livro que eu queria ler.
Abraço,
Leo.