Pessoal, preciso de uma análise sincera. Não só financeira emocional também.
Estou prestes a comprar um imóvel para morar. Somando
meu FGTS + minhas reservas, tenho
57% do valor total à vista. Minha esposa tem
mais 32% (FGTS + reservas).
Ou seja, juntos temos
89% do valor do imóvel disponíveis agora.
Com quase tudo à vista, estou entre 2 caminhos:
Pagar 89% e financiar "só" 11%.
Ou até pegar um empréstimo consignado para cobrir os 11% restantes, se isso fizer mais sentido do que financiamento imobiliário.
Hoje moro de aluguel e a parcela do financiamento ficaria praticamente igual ao valor do aluguel. Ou seja, financiar 11% não muda meu fluxo mensal.
Tem três pontos que pesam muito na decisão de querer de fato esse imóvel:
1) Minha esposa está grávida, nosso bebê nasce em dezembro. Isso muda tudo: estabilidade, rotina, segurança, logística, sensação de lar.
2) O imóvel fica na mesma rua da minha sogra. Ela poderia ajudar no cuidado da criança, o que teria impacto enorme na nossa rotina, no descanso e até na nossa saúde mental.
3) Pretendemos quitar qualquer financiamento em no máximo 5 anos. Ou seja, não estamos falando de dívida longa é só uma estratégia de liquidez temporária.
E tem outro ponto delicado:
Eu entraria com 57% do valor do imóvel, ela com 32%. Dependendo do regime de bens e do registro, isso pode virar
50/50 na prática, mesmo eu tendo colocado mais dinheiro. Quero entender se isso é risco real ou só preocupação exagerada e como isso impactaria no IR.
Comentem aí o que vcs acham:
Se morar na mesma rua da sogra é vantagem estratégica ou risco emocional.
Se colocar mais dinheiro que minha esposa cria algum risco jurídico ou emocional lá na frente.
E se pegar consignado para os 11% finais é mais inteligente do que financiamento imobiliário.
Onde vocês enxergam risco nessa estratégia
Quero enxergar o que eu ainda não estou vendo.