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Saiu mais um relatório do Spiva e, mais uma vez, os dados continuam revelando como os fundos ativamente geridos (RF e RV) são péssimos veículos de investimento.
E pior, é que nem day trade, quanto mais o tempo passa, pior eles performam.

Quanto mais os anos avançam, mais as barrinhas se aproximam dos 100% superados pelo benchmark.

Esse outro dado abaixo mostra a taxa de sobrevivência desses fundos ativamente geridos. Quanto mais o tempo passa, menos deles sobrevivem. Notem que em 10 anos, os fundos de renda variável, por exemplo, de 399 fundos, apenas 32% continuaram vivos. Imagina isso ampliado para 2 ou 3 décadas.

O legal é que o Spiva ajusta os dados pelo viés de sobrevivência, já que diversos fundos são liquidados ou fusionados durante um período de estudo. É por isso que, se os retornos de índices fossem comparados com os retornos dos fundos utilizando apenas os fundos sobreviventes, a comparação mostraria uma preferência pelo desempenho dos fundos.
A causa? Imagino algumas:
- a tara por valuation barato e acaba com lixo;
- giros e mais giros na carteira;
- taxas e mais taxas;
- mercado cada vez mais eficiente;
- patrimônio muito grande p gerir;
- burrice/erros/vieses;
Máquina de destruir valor dos cotistas, ao tempo em que são máquinas de dinheiro para os gestores.