Decidimos adquirir nosso primeiro imóvel residencial, algo que não era a ideia inicial (mas enfim) e encontramos uma casa com a qual realmente nos identificamos, tanto pelas características quanto pela localização. A prestação do financiamento ficaria, inclusive, abaixo do valor do aluguel equivalente hoje.
Nesse contexto, surge uma dúvida:
vale mais a pena realizar uma entrada maior, liquidando imediatamente praticamente todo o patrimônio financeiro acumulado (mantendo apenas a reserva de emergência), para reduzir significativamente o valor financiado e o custo dos juros;
ou seria mais racional fazer uma entrada menor, assumir um financiamento maior — ainda confortável dentro da nossa capacidade de pagamento — e preservar parte dos investimentos no curto prazo, realizando os desinvestimentos ao longo de cerca de seis meses, de forma a evitar vender todos os ativos em um único momento de mercado, especialmente aqueles sujeitos à marcação a mercado, como títulos IPCA+ e ações?
Hoje o patrimônio está distribuído entre títulos pós-fixados atrelados à Selic, títulos IPCA+ e ações.